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'Ofereço-me para cooperar com amor a fim de compartilhar a abundância de meu coração.'
'Comunico-me sem apegos e descubro a harmonia de evoluir na Terra.'

sábado, 20 de janeiro de 2018

A Máfia dos Alimentos no Brasil (livro)



Para um ex ingênuo como eu e de posse da dimensão do que está em jogo neste país, Ainda há tempo! 

'Quando vemos as universidades, as emateres, as congêneres de pesquisa dizendo que agora é a hora da SUSTENTABILIDADE, AGROECOLOGIA OU CERTIFICAÇÃO, sentimos a sensação de já ter visto este filme antes e saber qual é o trágico final. Ainda mais sabendo que é impossível fazer um pão diferente com a mesma farinha, ingredientes, forno e forma que fizeram o pão ruim!'

agro-industrial-alimentar-financeiro
 "Não seria oportuno perguntar cartesianamente: Quem são os sujeitos e os objetos nelas?" pergunta Tião.

A pequena propriedade rural familiar é um Ser vivo e precisa de sua conscientização para que consigamos criar trincheiras, resistir, e se proteger dos interesses confusos, dos sanguessugas do complexo agro-industrial-alimentar-financeiro & Militar.   

Lutar hoje por biopolíticas concretas primeiramente passa por um entendimento maior sobre o porque de lutar: lutar primeiro por Segurança alimentar ou Soberania (império) agro-alimentar? Lutar para que viabilizamos uma agricultura de criação e produção ecológica sendo uma linha especial dentro do conglomerado agro-alimentar-industrial-financeiro, em que tudo é negócio - agronegócio - ou lutar para que a pequena propriedade rural hoje seja a tranquilidade das anteriores e gerações futuras, sendo assim, a base para eliminar a pobreza e crise deste país, portanto, somente, conscientes no seu Biopoder Campesino na criação de sua evolução e base industrial in situ.

A agricultura familiar hoje possui sim um negócio, mas ameaçado; foi interrompido no passado sombrio, e devemos corrigir sempre que possível os periféricos meios de comunicação e instituições que insistem em cunhá-la como um Agronegócio. Sabendo que, muitos agricultores familiares, lutam por cultura, e são contra a fama maldita do Agronegócio (Agro é Pop) de erosões, poluições, desmatamentos, venenos, contaminantes: antibióticos, hormônios, adubos solúveis químicos, transgênicos...)..  o Império fagocita a todos e a tudo. Sim. Mesmo assim, há nos movimentos sociais, além de muita informações de redes virtuais, ingênuos militantes, estudantes e até pesquisadores, lideranças, que orgulham-se dos 70% dos alimentos que saem dos 80 milhões de hectares da agricultura familiar para o nosso prato; discurso batido, cravado desde do censo de 2006,
mas, o Banco do Brasil que libera o PRONAF para o "agronegócio" (ver gráfico) familiar, incluindo aqui, assentados da reforma agrária, sabe, e só por isso libera o dim-dim, que esse crédito é sugado pelas transnacionais e multinacionais; que RTVs estão com seus carrinhos e camisas de empresas vendendo e muito, o pacote de insumos para agricultura familiar... por enquanto, venenos, adubos químicos, sementes e outros, logo mais, biofertilizantes, microrganismos, etc.. por que? Porque os agrônomos e novos agroecólogos não Faz, podem até saber, mas não aprenderam ainda a importância do sideróforos do biofertilizante fermentado, por exemplo. Não é a toa que estamos desempregados, e 'capacitações' em agricultura orgânica é feita por sindicatos patronais, aptas agroecológicas...

Precisa ser atualizado. Mas diz o BB que é um impacto positivo na Cadeia Produtiva...? Para quem? 

O frenesi de Congressos Agroecológicos Internacionais de uma Europa acovardada que botou as barbas de molho e gozam de sua segurança alimentar orgânica, antes de sua importância, também podem estar embutida ou traga o 'mais do mesmo' reencarnados de ideologias para destruir o que restou da estrutura agrária da pequena propriedade rural familiar em nossa América Latina. Até porque a ideia de CERTIFICAÇÃO dos alimentos ($$) vem de lá... Na pauliceia, apesar de a tempos terem informações, as cartas do jogo continuam em mãos do ego e baile de máscara da ciência universitária e a favor de uma 'nova aliança'. Este baralho é marcado, pois o produtor, produtora nunca saem com o zap! 

Boa leitura!


quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Lynn Margulis, das bactérias à Symbiogênese Parte 12: A Symbiogênese e o Legado de Boris Kozo-Polyansky

Livro:

Symbiogenesis


Trecho do livro a "Ciência como ela é" - Gilberto R. Cunha

- Parte 12: A Symbiogênese e o legado de Boris Kozo-Polyansky

Enviado por Anonymous (não verificado)

Lynn Margulis é, portanto, uma cientista que não hesita em propor um novo vocabulário para permanecer consistente com o progresso do conhecimento em ciência. Isso mostra um passo revolucionário em sua prática científica na medida em que ela é capaz de chatear a ciência sempre que for necessário.
 
Finalmente, é algo que não é comum hoje em dia entre os cientistas; muitas vezes costumava trabalhar há anos em questões hiper-especializadas e pouco encorajada, tão indiferente, recorrer à novidade, a uma concepção de mundo verdadeiramente inovadora.
 
Lynn Margulis já havia demonstrado, com a simbiose, sua capacidade de perturbar teorias enraizadas na biologia. Mas no início da década de 1990 (quase 30 anos após sua primeira pesquisa), ela continua a desenvolver sua teoria da simbiose integrando o conceito de simbologia.
 
O termo "simbiogênese" foi proposto por Konstantin Merezhkowsky e amplamente aceito e defendido por Boris Kozo-Polyansky, cujo trabalho será descrito por Lynn Margulis como brilhante.

Boris Kozo-Polyansky (1890-1957) foi um botânico soviético. Membro correspondente da Academia de Ciências da URSS em 1932, tornou-se professor na Universidade de Voronezh desde 1920, depois diretor do jardim botânico de Voronezh desde 1937.
 
Boris Kozo-Polyansky já havia formulado a hipótese de que a motilidade celular (através dos ondulipódios) derivava da simbiogênese de um espiroqueta com um protista (deve-se notar que os termos exatos de espiroqueta e protista ou de os ondulipódios não foram utilizados na época por Boris Kozo-Polyansky).
 
Qual a diferença entre simbiose e simbologia? É sutil, mas muito importante:
"A origem da célula bacteriana corresponde à origem da própria vida, enquanto a Teoria Endosimbiótica Serosa (SET) descreve a origem subsequente da célula nucleada por simbiogênese. Para poder continuar, devemos explicar como o conceito ecológico de "simbiose" difere do termo evolutivo da "simbiogênese".
A simbiose refere-se ao fato de que organismos de diferentes espécies vivem juntos. Endosymbiosis, uma condição topológica, é um tipo de simbiose em que um parceiro vive dentro de outro. A simbiose geralmente, se não sempre, resulta de circunstâncias ambientais.
A simbiose, que não é um processo evolutivo em si, refere-se a associações fisiológicas, temporais ou topológicas com destinos determinados pelo meio ambiente.
A simbiogênese, por outro lado, envolve o aparecimento de novos tecidos, novos órgãos, fisiologias e outros novos aspectos que resultam da associação simbiótica prolongada. "
Lynn Margulis, Discurso na Universidade Autônoma de Barcelona (2007)
De acordo com o materialismo dialético, o conceito de simbiogênese é, portanto, muito mais interessante do que o da simbiose, porque implica a aparência de um salto qualitativo.

O que é lógico desde que Boris Kozo-Polyansky era um cientista soviético: ele conhecia a lei da contradição e trabalhava nessa direção. Ele também estava interessado na filosofia e publicou em 1925 um livro para professores do ensino médio chamado Dialéctic of Biology.
 
Em 1921, durante um congresso de botânica, ele publicou um resumo em que afirmou " Natura facit saltum ", "Natureza salta". Esta afirmação refere-se à "Natura non facit saltum" de Gottfried Wilhelm Leibniz, "a natureza não pula", justamente criticada por Hegel, mas depois retomada por biólogos como Carl von Linné.
 
Veja como Lynn Margulis transcreveu essa ideia de Boris Kozo-Polyansky:
"[...] o conceito é claro. Um mais é igual em biologia. Um esperma mais um ovo é igual a um ovo fértil. Mas uma eubactéria oxidante com sulfureto, um espiroqueta, mais uma arqueobactéria sulfidogênica, faz um eucariota: 1 + 1 = 1. [...] não existe nenhum elo perdido, assim como Kozo-Polyansky entendia claramente esse conceito no momento em que ele apresentou seu resumo de 1921."
Lynn Margulis (2009), " Smbemogênese. Um Novo Princípio da Evolução - Redescoberta de Boris Mikhaylovich Kozo-Polyansky (1890-1957) "no Paleontological Journal No. 44 (2010)
A simbiogênese permite avançar ainda mais a teoria da evolução da vida de Lynn Margulis integrando o conceito de síntese: diferentes organismos se fundem para dar outros organismos qualitativamente diferentes.
 
 

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Solamente en Brasil



12 de janeiro de 18
por Sebastião Pinheiro
(redes sociais)

Estoy entre lo anonadado y el escatológico, pues a cada minuto queda más difícil entender Brasil. Yo creía que había llegado al fondo del pozo, sin embargo continúa la queda libre, rumbo al “corran por sus vidas”.

Mostardas es una de las más antiguas ciudades del Estado de Río Grande del Sur y su nombre significa mostazas. Los pobladores primitivos trajeron de las Azores la costumbre de echar semillas de mostaza a los terrenos por la noche para distraer las brujas, que perdían la noche recorriendo sus diminutas semillitas y no asombraban el pueblerillo. Las semillas germinaban y formaban en la floración un lindo tapete amarillo que dio nombre a la ciudad, que hoy día tiene la mayor concentración de quilombolas del Estado por su inaccesibilidad y bajo valor de las tierras de restinga.

Ayer recibí una llamada del Sindicato de los Trabajadores Rurales y la foto de la placa hecha por productores de arroz, instalada para el pueblo, inconformados con la realidad de su cultivo. Ellos reclaman de la situación donde el precio del arroz producido tuvo el precio reducido en los últimos dos años a la mitad, cuando la inflación estaba cerca de dos dígitos y los insumos crecieron 20% y los combustibles más de 50%. La revuelta de los productores de arroz es mayor cuando ellos denuncian y estampan en la placa que el vendedor del herbicida declara que el mismo no funcionará, pues las malezas están “mutantes resistentes” al mismo. El concluyo de transnacionales, técnicos y burócratas del gobierno y los medios de comunicación en el agronegocios es silencio total.
Lo más raro e inaudito es que la semilla de arroz genéticamente modificado fue declarado irregularmente por las autoridades que no es OGM, cuando todos los libros publicados en España, Italia, Francia, y otros países de la UE consideran la electroporación como un método de obtención de la alteración genética anormal (descarga eléctrica). Lo interesante es que el primer ensayo hecho por la AgrEvo, subsidiaria de Hoechst, después incorporada por Bayer Cropscience fue requerida autorización como transgénicos. Después en un pase de mágica dejó de serlo y nadie pregunta por que solamente en Brasil eso ocurre, en complicidad criminosa, disfrazada de ideología mercantil.

Lo que fue afirmado en el libro “Transgénicos el fin del Génesis” hace 20 años donde consta un facsímile del contrato que jamás recibió la firma del representante del gobierno estadual, que cambiaria 9 días después. Pues, se cumple las “malezas están mutantes, resistentes a los herbicidas pero ellos continúan siendo vendidos, usados con beneplácito del gobierno, y hasta mismo reciben una placa-denuncia afirmando de los productores.

Sou previdente, mi preocupación mayor es que en el futuro tendremos una discusión muy seria: El herbicida es el factor de mutagénesis en las especies que no existían en la naturaleza, luego eses mutantes son propiedad de la empresa registrante, la dueña del herbicida.

Caso la ciencia llegué a comprobar que esas malezas mutantes contienen alguna utilidad, las empresas tienen el ejemplo del proceso contra el productor Percy Schmeisser de Canadá, condenado por nacer en sus tierras semillas que el jamás cultivó. La cuestión grave es si ocurre lo contrario: Si esas malezas mutantes vengan a producir alguna toxina peligrosa, el tratamiento no será ecuánime y el gobierno tendrá que asumir los costos como siempre ocurre en la periferia del mundo.

Yo hice la lectura sencilla de la placa de protesto de los productores de arroz y adicioné en ella elementos de la realidad que deberían espeluznar las autoridades encargadas de defender el patrimonio natural, sociedad, poblaciones tradicionales protegidas por la OMC y productores de arroz, mismo si estuviéramos en el fondo del pozo, pero eso no ocurrirá pues aún estamos en queda libre, rumbo al “Dios nos Libre”.

Imagino eses agricultores cuando supieren que el gobierno puede importar el “arroz sintético” de China para mantener los precios más bajos aún. Por acá nadie siquiera sabe lo que es el “arroz sintético”. Es por eso que construimos el Biopoder Campesino, junto al Sindicato de los Trabajadores Rurales, fundamental para reerguir Brasil.


Ilógica dos Meios de Comunicação

fonte: huffpost


10 de janeiro de 18
por Sebastião Pinheiro
(rede sociais) 

Pensei agressivamente em escrever: “O cretinismo do governo brasileiro”, fui ao dicionário Aurélio Buarque de Hollanda para embasamento etimológico, então lembrei meu querido e saudoso professor Alceu. Ele me ensinou Lógica. Na época eu gostava dessa matéria porque ela me auxiliava a entender a matemática com seus conceitos abstratos e invisíveis para um despossuído de família, amor e deus. Ele ensinou-me que, a lógica era a ferramenta mais importante para as análises éticas e morais, base do instrumental das ciências sociais. Perdemos a noção de valores sociais no convívio com as violências estruturais dos poderes econômicos, religiosos e políticos.

Com lógica podemos entender a pretensão de quebra da “Regra de Ouro” da lei que obriga respeito e fidelidade nas contas fiscais do Governo, que personagem ilegítimos e golpistas tenta desrespeitar. Sem ela há a “tabula rasa” e todos somos corruptos e desonestos.

Eu estava certo em pesquisar o significado de “cretinismo” um termo extraído de doença genético-fisiológica, mas entendido como enfermidade social (econômica, religiosa e política), por isso essa quadrilha está querendo, agora, alterar a Constituição através de uma emenda para suspender o respeito fiscal, alegando ter evitado um golpe esquerdista “a la Venezuela”. É isso que escuto todo o dia nas rádios paulistas.

Em lógica não interessa a opinião, mas a dualidade do alcance dos discursos e ações, suas metas e objetivos veiculados e finalidade a ser alcançada.

pfizer
Foi a lógica que me ensinou que o modelo de agricultura imperial com fármacos, venenos e perfumaria para combater as doenças e pragas está lastreada em lucros desmedidos (irresponsáveis) e que somente denunciando com embasamento técnico – científico é possível seguir por caminhos diametralmente oposto, alternativo ou desvio. Contudo, qualquer decisão nesse sentido passa por análise ideológica (econômica, religiosa e política) pelo que a afirmativa de “ilegitimidade” do atual governo é tão válida quanto a de “tentativa de golpe” do anterior. Ambos estão alicerçados em normas escritas interpretadas conforme interesses pessoais dentro dos círculos de poder. Seja em um “habeas corpus” de solta – prende, ou na afirmação que um presídio é “Home Office” do Crime; ou perigoso ser visitado pela presidente do STF por ter explosivo almoxarifado pelos presos.

O governo paulista está dividindo uma dose de vacina para 4 pessoas. Se vacina fosse alimento estaria mascarando a morte famélica e criando a desnutrição. É lógica, mas nada nem ninguém vem a público perguntar se a resposta imunitária diminui.

Pensar que os macacos estão morrendo há mais de dez meses de febre amarela silvestre, bem antes do Congresso Nacional aprovar a bagatela de 6 bilhões para a Campanha Eleitoral, mas não há dinheiro para fazer vacinas e retornamos a 1900 de Oswaldo Cruz. Não é cretinismo alguém ignorar isso. 

Em lógica construo minha afirmação: O Brasil é uma favela, apenas uma favela.


Não se ofenda, seja lógico, por favor vá aos livros buscar a origem desta expressão favela, além de identidade vulgar da bela Euforbiácea, (Cnidoscolus quercifolius Pohl) de lembrança histórica (religiosa - messiânica , épica - fanática, genocida – eugenista e muitas outras dualidades lógicas que pululam por aí. Enquanto isso o septuagenário, e professor universitário da área do direito aparece na TV perguntado sobre sua vida sexual responde, no nível do repórter, “que foram setes na semana”, que tem sete dias. Na há respeito sequer à investidura de mandatário que “la noblese obligé”, o que não permite espaço pela lógica e sua dualidade. 

Lembro que um dos irmãos Vilas Boas levou a um cacique Xavante as tropelias nazistas na Europa em 1942. O “selvagem” apenas respondeu: “Esta tribo não vai muito longe e purgará por suas ações”. 

Uma jovem perguntou por que não sabemos educação ambiental. A resposta é simples, porque perdemos a sabedoria “selvagem” que vai além dos conhecimentos lógicos despido de sabedoria.

Cada coração está sangrando com que dia a dia que escutamos, vemos e lemos nos meios de comunicação com ou sem lógica.

***

 

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